O verme cabeça de martelo prefere ambientes úmidos e sombrios, como florestas, jardins e áreas úmidas.
O verme cabeça-de-martelo “imortal” foi encontrado na localidade da Baixa do Paraíso, zona rural de Elísio Medrado.
O proprietário de um terreno na localidade afirmou que os vermes foram encontrados em um local de bastante folhas e bem úmido e próximo ao rio.
Até o momento não temos informações se há registros em outros locais do município, mas pode ser que esteja presente em toda a região do Vale do Jiquiriçá e Recôncavo, ele foi encontrado também em Mutuípe.
O verme cabeça-de-martelo é predador voraz de pequenos animais, como insetos, minhocas, caracóis e vermes menores, e às vezes até de sua própria espécie, geralmente é encontrado em solos úmidos.
Algumas espécies não têm mais de 2,5 centímetros de comprimento, mas outras podem medir até 38 centímetros.
Para eliminar não adianta cortá-lo ao meio pois ele irá se regenerar dando origem a novos animais; nem esmagá-lo.
A recomendação é recolher o verme em um recipiente, utilizando luvas para proteção, e jogar sal e vinagre.
O verme cabeça de martelo prefere ambientes úmidos e sombrios, como florestas, jardins e áreas úmidas, geralmente pode ser encontrado sob pedras, troncos de árvores e folhas em decomposição.
Além de todas as curiosidades citadas acima, o verme cabeça-de-martelo é tóxico e, por isso, não possui muitos predadores, o que faz sua população crescer ainda mais. “Elas têm poucos predadores, pois são toxicas e venenosas se forem consumidas. São noturnas, muito difícil ver de dia.”
Esse verme não é muito perigoso, mas pode produzir uma toxina chamada tetrodotoxina, também encontrada no peixe Baiacu, que ataca o sistema nervoso, provocando dormência, e pode ser fatal.
Se cortado ao meio, o verme cabeça-de-martelo vai conseguir se multiplicar.
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Com informações do Recôncavo no Ar