Alunos reclamam das condições precárias na estrutura do Colégio Rômulo Galvão em Elísio Medrado

Diante dessa situação, os alunos organizaram um abaixo-assinado encaminhado ao NTE-09, que gerou protocolo de recebimento, até o momento, as providências necessárias ainda não foram efetivamente tomadas.

Os alunos do Colégio Democrático Professor Rômulo Galvão, em Elísio Medrado, estão reclamando das condições em que se encontra a unidade de ensino.

Desde o início do ano letivo, muitos estudantes, principalmente das salas localizadas no pavilhão superior, vêm falando das constantes pingueiras, em períodos de chuva diversas salas ficam alagadas, comprometendo diretamente o ambiente de aprendizagem.

A situação se agrava devido à infestação de pombos no prédio, causando sujeira nos corredores e salas, chegando ao ponto de uma turma apresentar crise alérgica.

Entre os diversos problemas estruturais da escola, destacam-se vasos sanitários quebrados, banheiros interditados, paredes inchadas e com mofo, janelas danificadas, pisos ocos e deteriorados, além de ferros enferrujados e expostos, oferecendo riscos constantes de acidentes, inclusive, parte do revestimento de uma parede chegou a cair nas costas de um aluno.

É importante ressaltar que a gestão escolar já tentou tomar as devidas providências para a realização da reforma, houve contratação de uma empresa que iniciou o transporte de materiais, entretanto, durante esse processo, materiais foram armazenados de forma inadequada e escorados no muro da instituição, ocasionando a queda de parte da estrutura.

Além disso, a escola também precisou solicitar aos vizinhos que realizassem a limpeza de terrenos próximos, devido o aparecimento de escorpiões dentro das salas de aula.

Diante dessa situação, os alunos organizaram um abaixo-assinado encaminhado ao NTE-09, que gerou protocolo de recebimento, até o momento, as providências necessárias ainda não foram efetivamente tomadas.

Os estudantes buscam respostas tanto sobre a atual situação do colégio quanto sobre a promessa da construção de uma nova escola em modelo integral para o município de Elísio Medrado, anunciada há bastante tempo, mas que até hoje não saiu do papel, enquanto isso, os alunos vivem, na prática, um ensino integral sem possuir uma estrutura adequada e digna para permanência na escola.

A gestão do colégio afirma que as obras de reforma da unidade escolar não aconteceram ainda em decorrência de falta de espaço para que os alunos fossem direcionados e as aulas ocorressem sem interrupção, seguindo por rotatividade de pavilhão, contudo com a queda do muro da escola, a secretaria estadual de educação desistiu da possibilidade, tendo como pressuposto a construção de uma nova unidade na cidade, e que em reunião com os estudantes, professores e gestão o NTE havia anunciado que as obras seriam anunciadas até o mês de junho, sendo inviável uma grande reforma.

A gestão também pontuou que a empresa responsável pelas obras está realizando a construção do muro e passará a realizar as intervenções de reparos em pingueiras, tubulações e infiltrações.

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Ainda de acordo com a gestão da escola, os problemas estruturais pontuados não oferecem riscos aos estudantes, funcionários e profissionais que atuam na unidade.

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Fonte: Recôncavo no Ar

				
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