A conclusão veio após sondagens, estudos geofísicos, inspeções e testes realizados no local.
O DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) identificou a causa dos abatimentos registrados no km 604 da BR-324, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, e definiu uma solução para recuperar o trecho.
A conclusão veio após sondagens, estudos geofísicos, inspeções e testes realizados no local.
Segundo o DNIT, o problema não estava apenas na superfície do pavimento, a água estava circulando pelo interior do aterro da rodovia e carregando parte do material usado na estrutura.
Com a retirada desse material, espaços vazios foram se formando por baixo da pista e algumas áreas perderam sustentação.
Para resolver o problema, o DNIT definiu uma intervenção em duas etapas, a primeira será a construção de um novo bueiro para conduzir a água de forma controlada e evitar que ela continue comprometendo o aterro.
A estrutura será construída por meio de um método não destrutivo, que permite realizar o serviço sem grandes intervenções sobre a pista, a medida também busca manter a circulação de veículos durante os trabalhos.
Depois que o novo bueiro estiver funcionando, o dispositivo que existe atualmente será desativado e tamponado.
A segunda etapa será feita no próprio aterro, o DNIT pretende injetar material cimentício para preencher os espaços vazios encontrados dentro da estrutura e reforçar os pontos que perderam resistência.
A medida busca recuperar a sustentação do trecho e evitar novos abatimentos causados pelo problema identificado.
Apesar de a solução já estar definida, a recuperação definitiva ainda não começou, segundo o DNIT, o órgão está tomando as providências necessárias para contratar os serviços.
Até que a intervenção seja realizada, o trecho continuará sendo acompanhado pelas equipes responsáveis.
O DNIT afirma que poderá adotar novas medidas no local sempre que necessário para garantir a segurança dos motoristas e manter a circulação na rodovia.
A expectativa é que a intervenção recupere o pavimento e também resolva a origem do problema, com o controle da água, o reforço do aterro e a recuperação da estabilidade da BR-324 no km 604.
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Fontes: A Tarde / Blog do Valente